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ÁREAS EM RECUPERAÇÃO
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O projeto de Recuperação de Áreas de Preservação Permanente para Produção de Água na Região Metropolitana de Porto Alegre, através do Edital nº 001/2015 do Fundo Nacional do Meio Ambiente, tem como objetivo recuperar 710,10 hectares pertencentes ao bioma Mata Atlântica, em áreas de preservação permanente (margens e nascentes). Para atender o objeto da proposta foram cadastrados 450 imóveis privados com até 4 módulos fiscais em 5 municípios (Gravataí, Viamão, Glorinha, Santo Antônio da Patrulha e Caraá) na Plataforma Estadual do SICAR que resultaram em 450 Projetos de Recuperação de Área Degradada - PRADAs. Para conexão das áreas em recuperação e como forma de estender os benefícios da produção de água, foram inclusos dois espaços públicos: a Unidade de Conservação Estadual de Proteção Integral Refúgio de Vida Silvestre Banhado dos Pachecos (Viamão) e a Terra Indígena Varzinha (Caraá). Com relação à localização dos imóveis beneficiários, 86% estão situados no Caraá, 8% em Gravataí, 5% em Glorinha, 1% em Viamão e Santo Antônio.

Bacia do Rio dos Sinos

Caraá é uma cidade do Estado do Rio Grande do Sul. O município se estende por 294,3 km² e contava com 7 312 habitantes no último censo. A densidade demográfica é de 24,8 habitantes por km² no território do município. Vizinho dos municípios de Santo Antônio da Patrulha, Riozinho e Osório, Caraá se situa a 11 km a Norte-Leste de Santo Antônio da Patrulha a maior cidade nos arredores. Situado a 96 metros de altitude, de Caraá tem as seguintes coordenadas geográficas: Latitude: 29° 45' 54'' Sul, Longitude: 50° 26' 36'' Oeste. No município de Caraá, localiza-se a Área de Proteção Ambiental do Caraá (APA), representando 30% da área total do município. Nessa área, localiza-se a cascata e a nascente do Rio dos Sinos. A Área de Proteção Ambiental de Caraá foi criada pelo Decreto n° 076/98,  em 25 de setembro de 1998. Seus objetivos são garantir a adequada proteção ambiental e ordenar as atividades humanas de forma a preservar e melhorar as características biológicas, ecológicas e paisagísticas nos contextos dos sistemas hídricos e de Mata Atlântica da área; proteger as nascentes do Rio do Sinos e afluentes, bem como as remanescentes de mata com araucária. Por ser uma Unidade de Conservação de uso sustentável, nela são permitidas a ocupação humana e a utilização dos recursos naturais. Sua área é constituída de áreas públicas ou privadas. Respeitados os limites constitucionais, são estabelecidas normas e restrições para as atividades econômicas desenvolvidas no interior da APA. A alteração e a utilização dos recursos naturais devem ser feitos de forma controlada, visando a proteção dos ecossistemas ali existentes. (SEMA/RS)  Após ajuste do Plano de Trabalho, foi abrangida a Microrregião da Bacia dos Sinos, com a inclusão do Município de Caraá. Conforme levantamento de dados 86% dos imóveis beneficiários do projeto estão localizados na Bacia dos Sinos.

NASCENTE DOS SINOS

Caracterização do Município de Caraá

O Rio dos Sinos – curso principal da bacia, é um dos principais rios de domínio do Estado, e forma, junto com mais sete rios, a Região Hidrográfica do Guaíba. Com cerca de 190 km de extensão, de Caraá (nascente) ao município de Canoas (foz), o Rio dos Sinos recebe contribuições de corpos d’água que totalizam uma rede de drenagem de 3.471 km. Conforme levantamento de dados 14% dos imóveis beneficiários do projeto estão localizados na Bacia do Gravataí. A bacia hidrográfica do rio dos Sinos está situada a nordeste do Estado, entre os paralelos 29° e 30° sul possui uma área de 3.820 km2, correspondendo a 4,5% da bacia hidrográfica do Guaíba e 1,5% da área total do Estado do Rio Grande do Sul, com uma população aproximada de 975.000 habitantes, sendo que 90,6 % ocupam as áreas urbanas e 9,4 % estão nas áreas rurais. Esta bacia é delimitada à leste pela Serra Geral, pela bacia do Caí à oeste e ao norte, e ao sul pela bacia do Gravataí. Seu curso d'água principal tem uma extensão aproximada de 190 Km, e uma precipitação pluviométrica anual de 1.350mm. Suas nascentes estão localizadas na Serra Geral, no município de Caraá, a cerca de 60 metros de altitude, correndo no sentido leste-oeste até a cidade de São Leopoldo onde muda para a direção norte-sul, desembocando no delta do rio Jacuí entre a ilha Grande dos Marinheiros e ilha das Garças, a uma altitude de 12 metros. Diante das informações coletadas, analisadas e valoradas pelos serviços ambientais prestados à produção de água para abastecimento público na Região Metropolitana de Porto Alegre, a inclusão do Município de Caraá mostrou-se fundamental para consecução do objeto a que se destina o presente edital.  Para a delimitação do extrato geoambiental de abrangência da proposta técnica utilizou-se a poligonal dos municípios integrantes. Caraá é uma cidade do Estado do Rio Grande do Sul. O município se estende por 294,3 km² e contava com 7 312 habitantes no último censo. A densidade demográfica é de 24,8 habitantes por km² no território do município. Vizinho dos municípios de Santo Antônio da Patrulha, Riozinho e Osório, Caraá se situa a 11 km a Norte-Leste de Santo Antônio da Patrulha a maior cidade nos arredores. Situado a 96 metros de altitude, de Caraá tem as seguintes coordenadas geográficas: Latitude: 29° 45' 54'' Sul, Longitude: 50° 26' 36'' Oeste. No município de Caraá, localiza-se a Área de Proteção Ambiental do Caraá (APA), representando 30% da área total do município. Nessa área, localiza-se a cascata e a nascente do Rio dos Sinos. A Área de Proteção Ambiental de Caraá foi criada pelo Decreto n° 076/98,  em 25 de setembro de 1998. Seus objetivos são garantir a adequada proteção ambiental e ordenar as atividades humanas de forma a preservar e melhorar as características biológicas, ecológicas e paisagísticas nos contextos dos sistemas hídricos e de Mata Atlântica da área; proteger as nascentes do Rio do Sinos e afluentes, bem como as remanescentes de mata com araucária. Por ser uma Unidade de Conservação de uso sustentável, nela são permitidas a ocupação humana e a utilização dos recursos naturais. Sua área é constituída de áreas públicas ou privadas. Respeitados os limites constitucionais, são estabelecidas normas e restrições para as atividades econômicas desenvolvidas no interior da APA. A alteração e a utilização dos recursos naturais devem ser feitos de forma controlada, visando a proteção dos ecossistemas ali existentes. (SEMA/RS)  Após ajuste do Plano de Trabalho, foi abrangida a Microrregião da Bacia dos Sinos, com a inclusão do Município de Caraá. O Rio dos Sinos – curso principal da bacia, é um dos principais rios de domínio do Estado, e forma, junto com mais sete rios, a Região Hidrográfica do Guaíba. Com cerca de 190 km de extensão, de Caraá (nascente) ao município de Canoas (foz), o Rio dos Sinos recebe contribuições de corpos d’água que totalizam uma rede de drenagem de 3.471 km.

Vereadora Sandra de Avila

Prefeito Nei Pereira dos Santos

Bacia do Gravataí

A Bacia Hidrográfica do Gravataí, possui uma área de 2.200 Km², o que corresponde a 2,6% da área da região hidrográfica do Guaíba, incluindo, total ou parcialmente, os municípios de Santo Antônio da Patrulha, Taquara, Glorinha, Gravataí, Alvorada, Viamão, Cachoeirinha, Canoas (zona sul) e Porto Alegre (parte da zona norte). Para delimitação da área de abrangência da proposta técnica, foram selecionados 4 municípios: Santo Antônio da Patrulha, Viamão, Gravataí e Glorinha. O mapa do uso do solo foi delineado em escala 1.150.000 sobre a poligonal da Área de Proteção Ambiental do Banhado Grande, território prioritário para a implementação da recuperação na Bacia do Gravataí, contudo alguns imóveis beneficiários encontram-se fora da área prioritária, mas dentro da Bacia. Destaca-se ainda a recuperação da Unidade de Conservação de Proteção Integral denominada Refúgio de Vida Silvestre Banhado dos Pachecos, zona de conectividade física entre as Áreas de Preservação Permanente que será recuperada no projeto. Conforme levantamento de dados 14% dos imóveis beneficiários do projeto estão localizados na Bacia do Gravataí.